
Evolução histórica da gestão de recursos humanos
Anteriormente as pessoas dentro de uma empresa eram consideradas apenas recursos organizacionais ( recursos humanos), assim como os recursos financeiros, materiais. Eram vistas como rôbos que realizavam a mão-de-obra. Com o passar do tempo isso foi mudando e hoje estamos na era da informação (teve inicio em 1990), onde o trabalho é muito mais intelectual do manual. As pessoas realizam os trabalhos mais com o conhecimento do que com a força. Então o mercado precisa de pessoas que saibam trabalhar com a cabeça. O mercado está investindo mais nas pessoas, pois são elas que mantém o conhecimento capaz de trazer sucesso para a organização.
A gestão de pessoas é considerada mais do que um intrumento de controle, parte de uma visão humanistica do ser humano, com um investimento nas pessoas para que os objetivos e a missão da organização seja realizada. A Gestão de pessoas tem como objetivo, motivar os empregados, manter qualidade de vida no trabalho, proporcionar auto-realização, etc. (VERGUEIRO; MIRANDA, 2007).
Estratégias de recrutamento e seleção
Para uma empresa ter eficiência e conseguir sucesso é necessário que se tenha pessoas motivadas, com habilidades e competências para atuar na organização de forma a ajudar nos objetivos e missões. É necessário conhecer o perfil de cada colaborador para assim designar as funções mais apropriadas a suas habilidades. Uma forma de descobrir as competências do colaborador é através da análise swot. O líder de uma equipe tem papel fundamental, motivando sua equipe, reconhecendo e celebrando os acertos do colaborador e o auxiliando quando quando erros forem cometidos. O líder deve influenciar as pessoas a trabalhar da melhor maneira possível alcançando os objetivos da organização.
Desenvolvimento de recursos humanos: capacitação, treinamento, remuneração, recompensas
Tempos atrás o homem era visto apenas como uma máquina dentro de uma empresa, o foco voltava-se somente aos resultados e não existia poder de decisão, exercia sua função da forma em que a empresa havia delimitado. Porém, atualmente o funcionário tem voz ativa e a empresa preocupa-se cada vez mais na sua capacitação para desenvolver seus conhecimentos e habilidades.
Instituições têm realizado maior investimento nas pessoas, pois perceberam sua importância no desenvolvimento da empresa, com isso desenvolvem capacitações continuadas para estimular o pensar do colaborador. Uma equipe comprometida e com forte engajamento se torna responsável pelo crescimento e inovação da unidade de informação.
Chiavenato (2011) afirma que hoje as empresas procuram pessoas que tenham capacidade de pensar, pois o trabalho é mais intelectual. O profissional deve refletir sobre as ações, atividades, ideias e política da empresa, jamais estar alienado para assim poder contribuir com melhorias.
O funcionário tem suas necessidades básicas de auto-realização, entre elas encontram-se o crescimento profissional e um bom salário. Uma instituição que oferece benefícios, oportunidades de crescimento, respeito, boa remuneração e valoriza seu funcionário com certeza o motivará para o desenvolvimento de suas funções e ao alcance de bons resultados.

Fonte imagem: https://sites.cefet-rj.br/timesife/index.php/nossa-equipe/gp.html
Funcionários terceirizados
Um dos benefícios adquiridos ao contratar um funcionário terceirizado é a redução de custos e a melhor qualidade nos serviços e produtos prestados. Estas são algumas das características que mais atraem as empresas para essa forma de contratação. Este profissional é contratado por uma empresa especializada, onde a mesma é responsável pela capacitação e direcionamento ao mercado de trabalho. Com isso a unidade de informação procura por pessoas capazes de desenvolver as atividades oferecidas, além de analisar se o perfil dos candidatos está de acordo com o da organização.
Liderança e motivação
O empenho de uma equipe está fortemente ligado ao relacionamento com seu líder e ao clima entre os colaboradores. Para auxiliar os colaboradores no desempenho das suas funções, primeiro é necessário que o líder conheça os valores de cada um deles e elabore um vínculo entre todos, e assim atuarão com verdadeiro espírito de equipe.
Algumas das funções gerenciais do bibliotecário são: criar, dirigir, controlar, planejar e acompanhar, e estas também aplicam-se a outros cargos gerenciais.
A motivação depende das condições no trabalho, e o líder é o responsável pela elaboração de ações como cursos, estrutura adequada para exercer as funções, clima organizacional agradável entre outros.
Vergueiro e Castro Filho (2007) enfatizam que liderança e motivação são as duas principais competências gerenciais em uma unidade de informação, estas contribuem para a perfeição de uma organização e a valorização intelectual de seus colaboradores.
Empresas modernas passam por desafios para repensar sobre o modelo de gestão que deve utilizar. Portanto, um líder precisa saber delegar, conhecer, motivar, acompanhar, ter empatia, ensinar e aprender para desenvolver competências e gerenciar pessoas.

Fonte imagem: https://www.pensandogrande.com.br/aprenda-a-formar-uma-equipe-de-sucesso/
Após a etapa de recrutamento de pessoas em uma unidade de informação, para obter excelência na prestação de serviços e produtos é necessário realizar capacitação nos profissionais para aprenderem a desempenhar seu papel e funções com qualidade na biblioteca. O vídeo mostra o exemplo de uma instituição que proporciona capacitação aos seus colaboradores com objetivo de aumentar a integração das bibliotecas e melhorar a qualidade no suporte de pesquisa aos seus alunos e professores.